Sempre bom falar de cerveja, não é verdade? Não é melhor do que beber, lógico, mas nesse momento você pode estar na frente do micro, no trabalho, onde não é possível, no momento, beber uma. Já que é assim, vamos falar um pouco dela, algumas curiosidades.
 
Quando foi produzida a primeira cerveja do mundo?
Inscrições de baixo relevo no Museu Egípcio de Bruxelas mostram que há 400 mil anos os egípcios já produziam cervejas como a de Notabeln. Mas, na pré-história, uma massa de pão líquido, cozido e fermentado já fazia sucesso.

 
Você sai com os amigos, faz um churrasco ou simplesmente quer relaxar com uma boa cerveja gelada, mas está impossibilitado de consumir álcool. O que fazer? As cervejas sem álcool são uma opção para não passar em branco. E as cervejarias, de olho nesse mercado, têm começado a oferecer novos produtos, com características e sabores distintos. No Brasil, a legislação prevê que para ser considerada não-alcoólica a bebida pode ter, no máximo, 0,5% de ABV. Confira alguns exemplos de cervejas sem álcool que podem ser encontradas no Brasil.
 
Brahma 0,0% - Considerada a melhor cerveja sem álcool brasileira, a Brahma 0,0% é um dos exemplares do país que não possuem nenhum traço de álcool. Para isso, a cerveja (que possui sabor, aroma e cor quase iguais à versão normal) passa por um processo que retira o álcool do líquido no fim da produção.
 
Paulaner Hefe-Weiss Alkoholfrei – Essa é a versão sem álcool de um clássico das Weizenbiers alemãs, a Paulaner Hefe-Weiss Alkoholfrei. A cerveja de trigo é turva e mantém os aromas de cravo e banana esperados do estilo.

 
Você sabe realmente a diferença entre chopp e cerveja?
 
Muita gente vai encher o peito e dizer que sim, sabe: a cerveja é pasteurizada, enquanto o chopp, não.
 
Cá entre nós, não fique chateado comigo, mas isso é mito. Quer comprovar na própria pele? Tente então chegar em qualquer lugar do mundo, bater no balcão e pedir ao barman: um chope, por favor.
 
Mesmo na Alemanha, pretensamente a terra natal do chope, e por melhor que seja seu alemão, ninguém vai entender o que você está pedindo.
 
A palavra chope, ou chopp, deriva da palavra alemã schoppen, a qual por sua vez, teve origem no termo francês chopine, ou chopaine. Em desuso desde o século XIX, o termo alemão significava, no idioma arcaico, não a cerveja pasteurizada, mas uma unidade de volume – algo como meio litro.
 
O emprego incorreto da palavra germânica provavelmente começou a ser difundido a partir dos primeiros cervejeiros alemães que vieram, no final do século XIX, ajudar a implantar as primeiras cervejarias no Brasil.

 
A combinação entre vinho e comida se mostra perfeita desde muitos séculos atrás. Um é o acompanhante perfeito do outro. A tradição de ter sempre um bom vinho nos momentos de desfrute de uma bela refeição atravessa gerações, e, ainda hoje, é mantida com muita firmeza e prazer.
 
 Ao longo do tempo, o vinho, assim como a gastronomia, foi ganhando novos contornos com a descoberta de novas técnicas de cultivo, novos produtos utilizados na sua elaboração, novas maneiras de combinação de uvas, etc. A partir disto, uma variedade quase infinita de vinhos começou a ser produzido. Atualmente, os sabores, os aromas, as características de cor, acidez e corpo dos vinhos são inúmeros.
 
 É por isso que todo amante do vinho já se pegou na situação de dúvida a respeito de qual vinho escolher para harmonizar com determinado prato. Ou o contrário: que receita escolher para desfrutar com aquele vinho especial guardado na adega? Nessas horas, devido ao grande número de possibilidades de harmonização com os alimentos, estar por dentro da cultura do vinho se faz bastante necessário.

 
 
Acha as nossas vodkas, uísques e cachaças forte? Então experimente essas bebidas que podem ultrapassar os 90% de álcool!
 
  As bebidas alcoólicas destiladas têm uma relação de amor e ódio com a sociedade. Na hora, a euforia nos faz experimentar vários shots e apreciar deliciosos coquetéis. No dia seguinte, a ressaca não nos deixa sequer pensar em qualquer tipo de álcool. Se as vodcas, uísques e cachaças - que normalmente não ultrapassam os 50% de teor alcoólico -, já são capazes de nos deixar assim, imagina algo ainda mais forte?
 
Acredite: o que estamos acostumados a beber é fichinha perto do que existe no mercado. Que tal experimentar um delicioso rum com 80% de álcool. Ou um licor aparentemente delicioso, mas que quando coloca na boca parece um caldo flamejante, pronto para te embebedar com apenas uma dose. Se as bebidas tradicionais não são boas o suficiente para você, conheça os destilados mais fortes do mundo! Boa sorte nos shots, mas não exagere na bebedeira.

 
Além da fama de aumentar a barriga, o produto da cevada tem uma série de efeitos sobre o organismo, relacionados à cognição, aos rins, ao coração e ao envelhecimento. Especialistas indicam quantidade a ser consumida.
 
Há anos, muitos afirmam que o vinho é uma bebida saudável, por contribuir para reduzir o colesterol ruim (LDL), que se deposita nas artérias, e aumentar o colesterol bom (HDL), que faz a limpeza da gordura no sistema cardiovascular, reduzindo o risco de doenças cardíacas. Enquanto isso, a cerveja segue sendo associada à barriga protuberante de alguns apreciadores do produto. Entretanto, alguns estudos científicos sugerem que o consumo moderado de álcool, seja ele de vinho ou cerveja, pode trazer benefícios ao organismo:
 
1. Consumido com moderação, o álcool pode reduzir em até 23% a probabilidade de a pessoa sofrer disfunção cognitiva ou mal de Alzheimer na velhice, segundo um estudo publicado em 2011 pela Universidade de Lyola, nos EUA. Os autores da pesquisa classificaram como consumo moderado até dois "drinques" por dia para homens e um para mulheres.
 
2. A cerveja, em particular, também é benéfica devido, principalmente, ao xanthohumol - potente polifenol contido no lúpulo que tem propriedade antioxidante, impedindo a ação danosa dos radicais livres, que causam o envelhecimento precoce. Essa propriedade beneficia, inclusive, as células cerebrais, indicou um estudo da Universidade de Lanzhou, na China, divulgado em 2015 pelo Journal of Agricultural and Food Chemistry.
 
3. Um estudo realizado por pesquisadores italianos da Fondazione di Ricerca e Cura provou em 2011 que o consumo moderado de álcool pode reduzir em cerca de 30% o risco de se contrair uma doença cardíaca, independentemente de a bebida ser vinho ou cerveja.
 
4. Cerveja também pode ser um bom remédio contra pedras nos rins. Uma pesquisa da Harvard School of Public Health mostrou que a bebida pode reduzir sensivelmente o risco de formação dos cálculos renais, até em proporção maior do que chá. A cerveja é, além disso, reconhecidamente diurética, estimulando o fluxo de urina.
 
E o fígado?
Apesar dos benefícios demonstrados cientificamente, médicos alemães alertam até mesmo sobre o chamado "consumo moderado", afirmando que o hábito da bebida, mesmo em pequenas doses, pode causar danos ao fígado e ao cérebro e aumentar o risco de inflamações no pâncreas e no estômago, além de pressão alta e de doenças cardíacas. Estudos também já comprovaram que o álcool pode aumentar o risco de diferentes tipos de câncer.
 
Segundo Raphael Gassmann, diretor do Centro Alemão para Questões de Vício (DHS), um homem saudável não deve beber mais do que meio litro de cerveja ou um quarto de litro de vinho por dia, enquanto uma mulher deve beber no máximo metade dessa quantidade. Além disso, deve-se ficar pelo menos dois ou três dias por semana sem ingerir álcool, recomenda.
 

 
 
  E ainda ganha quase 11 mil euros. A World of Beer está sediada na Flórida, nos EUA, mas aceita candidatos de todas as nacionalidades. Processo de seleção termina a 26 de março. Acesse aqui para se inscrever.
 
   Apresentamos o melhor estágio do mundo: a World of Beer, uma cadeia norte-americana de bares de cerveja artesanal, está à procura de três pessoas para trabalharem no verão. A palavra "trabalhar" talvez seja um exagero, uma vez que as funções a desempenhar incluem beber muita cerveja, viajar pelo mundo e ainda ganhar dinheiro com isso.
 
   Esqueça as tardes de calor enfiado num escritório a organizar pilhas de papelada, a servir cafés ou a fazer o trabalho que ninguém quer. A empresa norte-americana sediada na Flórida quer que os seus estágios passem quase quatro meses a visitar cervejarias dentro e fora dos EUA, a saborear vários tipos de cerveja, a participar em festivais e a publicar toda a sua louca aventura nos blogues e redes sociais.
 

A cerveja é um produto com longa tradição no Brasil, surgindo já referências a esta bebida em documentos que datam do século XVII. No entanto, a sua ascensão foi demorada e tortuosa, sendo que, no início do século XIX, a cachaça e o vinho eram as bebidas alcoólicas preferidas pelo povo. Nessa época, a cerveja já era produzida, mas o seu consumo não se encontrava generalizado, antes permanecendo como uma produção caseira e típica de populações imigrantes. Por outro lado, devido à pressão e influência portuguesas, o vinho era a bebida mais comercializada. Tal situação só seria modificada com a abertura dos portos brasileiros a artigos de outras origens que não portuguesa, sendo a cerveja um desses produtos. O consumo foi crescendo gradualmente e, em 1836, surgiu a primeira notícia sobre a fabricação de cerveja no Brasil. Esse anúncio, publicado no Jornal do Commercio do Rio de Janeiro, dizia o seguinte: "Na Rua Matacavalos, número 90, e Rua Direita número 86, da Cervejaria Brazileira, vende-se cerveja, bebida acolhida favoravelmente e muito procurada. Essa saudável bebida reúne a barateza a um sabor agradável e à propriedade de conservar-se por muito tempo". Tal seria o ponto de arranque para o desenvolvimento da cerveja a um nível mais comercial. Em 1846, Georg Heinrich Ritter instala uma pequena linha de produção de cerveja na região de Nova Petrópolis - RS, criando então a marca Ritter, uma das precursoras do ramo cervejeiro.
 
A década de 40 do século XIX foi um período de grande desenvolvimento no fabrico e consumo de cerveja. Para além da já mencionada cerveja Ritter, muitas outras aproveitaram o caminho anteriormente desbravado, como sejam os casos da firma Vogelin & Bager, que abriu uma cervejaria no bairro do Jardim Botânico no Rio de Janeiro, ou a Henrique Leiden e Cia, que deu origem à Imperial Fábrica de Cerveja Nacional, também no Rio de Janeiro. O Almanak Laemmert dá-nos a conhecer muitas outras cervejarias que foram abrindo um pouco por todo o Brasil, desde Joinville - SC a São Paulo - SP, passando por Petrópolis - RJ e Niterói - RJ. Na década seguinte, apareceu uma nova leva de industriais interessados em investir neste negócio florescente. Para dar apenas alguns exemplos, recordamos a Fábrica de Cerveja Nacional de Alexandre Maria VillasBoas & Cia, no Rio de Janeiro - RJ, a Fábrica de Cerveja de Thimóteo Durier, em Petrópolis - RJ, a Fábrica de Jacob Nauerth no Rio de Janeiro - RJ, a Fábrica de Cerveja Guarda Velha de Bartholomeu Correa da Silva, também no Rio de Janeiro e a Fábrica de Cerveja de Friederich Christoffel, em Porto Alegre - RS. Poderíamos aqui incluir muitas outras, mas o nosso objectivo não passa por enumerá-las todas. Queremos apenas demonstrar a grande quantidade de fábricas e cervejarias que foram surgindo entre os anos 40 e 80 do século XIX, algo que permitiu uma grande expansão no consumo de cerveja, facto esse que levou a que esta bebida se tornasse a mais popular do Brasil.
 
Curiosamente, até ao estabelecimento da cerveja como bebida rainha, o produto mais procurado e consumido pela população era a "Gengibirra", feita de farinha de milho, gengibre, casca de limão e água. Após a mistura dos ingredientes, deixava-se a infusão a descansar alguns dias, sendo posteriormente vendida em garrafas ou canecas. Também popular era a "Caramuru", feita de milho, gengibre, açúcar mascavado e água, sendo que esta mistura costumava fermentar por uma semana antes de ser consumida. Todavia, e como referimos, estes produtos passaram a sofrer uma forte concorrência por parte da cerveja, sendo exemplo disso o pequeno bar "À Cidade de Berna", local de grande sucesso onde era servida a Cerveja Bávara, então produzida pela Stupakoff & Cia. Por essa altura, o Rio de Janeiro já era uma cidade comparável a outras da Europa, possuindo um mercado consumidor relevante. A venda de cerveja era feita ao balcão da própria cervejaria, que atendia a particulares. As entregas eram feitas por carroças, que se deslocavam às zonas comerciais dos bairros adjacentes.

Durante o século XVII, apareceram muitos tipos diferentes de cervejas, sendo que cada variedade era definida pelos diversos ingredientes que se utilizavam, bem como pela qualidade da água presente na sua elaboração. Cada aldeia, vila e cidade tinha a sua própria produção já que, como referimos na Era Medieval, não existiam formas de preservar as propriedades naturais da cerveja. Esta situação de grande pujança da indústria cervejeira viria a sofrer um forte revés no final do século XVIII, com a Revolução Francesa. Para além do facto da revolução ter levado ao encerramento das guildas de produtores, acarretou também a destruição e desaparecimento de muitos mosteiros e abadias e, com isso, a quase extinção dos centros produtores de cerveja de qualidade. Todavia, com a ascensão de Napoleão ao poder, assistiu-se a uma ligeira retoma na fabricação de cerveja, apesar de muitos dos monges e abades que outrora eram os principais investigadores e produtores, nunca mais terem voltado à sua antiga atividade.
 
Outro facto de grande destaque foi a invenção da máquina a vapor por James Watt, em 1765, o que permitiu a industrialização e racionalização da produção cervejeira. As primeiras cervejeiras que utilizaram máquinas a vapor chamavam-se a si mesmas Steam Beer Breweries, sendo que ainda hoje subsistem fábricas com esta designação. Mas muitas outras inovações permitiram o aperfeiçoamento da técnica de fabricação. Em 1830, Gabriel Sedlmayr e Anton Dreher desenvolveram o método de produção que daria origem às lagers, sendo que 12 anos depois seria elaborada a primeira Pilsner na Boémia. Este género de cerveja teve tanto sucesso que rapidamente se espalhou por todo o lado, com especial destaque para o Novo Mundo, onde os colonos provenientes da Alemanha deram origem a muitas cervejeiras famosas: Miller, Coors, Stroh, Schlitz, Anheuser-Busch, entre outras. Como curiosidade, refira-se que grande parte das cervejas que atualmente se consomem no mundo são do estilo lager, sendo que Portugal não é exceção à regra, antes pelo contrário.
 
Tal como já referimos, outra invenção cujas repercussões tiveram grande impacto no fabrico da cerveja foi a descoberta da refrigeração artificial (Teoria de Geração de Frio Artificial), avanço possível devido aos estudos de Carl Linde. As primeiras tentativas foram efetuadas em Munique, local também de grande produção cervejeira, o que fez com que a cerveja fosse dos primeiros produtos a beneficiar desta evolução. Para além disso, o desenvolvimento dos caminhos-de-ferro possibilitou uma cada vez maior expansão do comércio deste produto. Por curiosidade, diga-se que aquando da abertura da primeira linha de comboios na Alemanha, entre Nuremberga e Furth, os primeiros bens a serem transportados foram dois barris de cerveja. Enquanto isso, nos EUA, o uso do caminho-de-ferro possibilitou a expansão de uma marca bem conhecida: a Budweiser. Durante a década de 1870, esta marca tornou-se verdadeiramente nacional, devido aos esforços do seu dono, Adolphus Busch.

Na Idade Média, a produção e consumo de cerveja tiveram um grande impulso, muito por causa da influência dos mosteiros, locais onde este produto era não só tecnicamente melhorado, como também produzido e vendido. Naquela altura, os mosteiros seriam algo semelhante a um hotel para viajantes, oferecendo abrigo, comida e bebida a peregrinos e não só. E para além dos monges, a História relata-nos também o envolvimento de santos em milagres e outros acontecimentos em que a cerveja vem mencionada! Tomemos como exemplo o caso de S. Mungo, o padroeiro da mais velha cidade da Escócia, Glasgow. Foi nessa cidade que, por volta de 540 d.C., S. Mungo estabeleceu uma ordem religiosa, cuja principal atividade seria a produção de cerveja, sendo que esta arte é ainda hoje considerada como a mais antiga indústria da cidade. Outro exemplo será o de Santa Brígida que miraculosamente transformou a água do seu banho em cerveja, para que os seus visitantes clericais tivessem algo para beber. Para se ver a importância que a igreja tinha para a indústria da cerveja nessa época, basta referir que existiam três santos padroeiros, protetores da cerveja e dos cervejeiros: Santo Agostinho de Hippo, São Nicolau e São Lucas, o Evangelista.
 
Também neste período se manteve o hábito de produzir cerveja em casa, sendo que essa tarefa continuava maioritariamente entregue às mulheres. Sendo elas as cozinheiras, tinham igualmente a responsabilidade da produção de cerveja, que era vista como uma “comida-líquida”. Em certas zonas, a cerveja chegou mesmo a ser mais popular do que a água já que, como é sabido, a Idade Média era uma época onde as práticas sanitárias eram muito más, pelo que se tornava mais seguro beber cerveja do que água. De facto, o processo de fabrico fazia com que muitas das impurezas fossem filtradas pelo que quem pudesse fazer a troca de água por cerveja raramente hesitava.
 
 No norte britânico, a cerveja (ale) era fabricada em casa, pelas mulheres, para autoconsumo, ou vendidas nas alehouses - matrizes do pub moderno -, nas tabernas e estalagens. Sujeita aos imperativos naturais, a cerveja era produzida entre setembro e abril, os meses frios. À medida que a sua importância cresceu, a produção e venda foi sendo alvo de vários regulamentos, chegando mesmo a ser criada a figura do ale-conner, o fiscal que testava e sancionava a qualidade da cerveja. Em 1188, Henrique II lançava um imposto sobre a cerveja destinado à subvenção das Cruzadas.

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